O texto da minha vida poderia ser algo que encantasse a todos e me rendesse apreços e elogios. O texto da minha vida poderia ser algo do tipo, mas desde que ele acrescentasse tão mais a mim quanto acrescentou aos outros. É preciso que eu escreva para me fazer conhecer. E quando eu escrevo e leio aquelas palavras anos depois, eu percebo que minha sintaxe e colocação mudaram, mas nunca as minhas idéias. Não é difícil perceber que tudo está intimamente ligado. Talvez porque a bagunça seja minha, os escritos são meus.
E eu vejo minhas necessidades flutuando entre os anéis dos tempos: talvez elas mudem, mas não perdem a essência. Meu querer varia entre dois pontos e todo o resto advém da reta que os une. Ando pensando que minha vida se resume em cubrir pontilhados...
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Um comentário:
Gostei do título do seu blog! Sobre os filmes, olha, eu só lembro do Thelma & Louise porque li hoje outra tirinha das Dykes em que as personagens acabaram de sair do cinema depois desse filme. hehehehe
Eu acho, com muita tristeza, que mulheres são sim massa de manipulação fácil. E a gente nem percebe.
Lembro até hoje de uma matéria que li na Capricho (ou Atrevida, whatever) na minha adolescência que dizia como se comportar num grupo de amigos homens. Um dos pontos era não tentar tomar a liderança, para não ser "aparecilda"! Acreditas? Até hoje isso me incomoda, sermos criadas para sermos secundárias.
Enfim, fugi do assunto também! Belo blog, a gente se vê por aí. Boa noite!
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