Dias seqüentes
Infindáveis dias
Saudade que dói
De um passado ausente
Dos dias sem fim
E tudo sem fim
O novo é sem fim
Um dia
E o passado revive
Um futuro imóvel
Num presente sem fim
Dá-me um cigarro
E o dia sem fim
Numa latência contínua
Que não pára
E não quer parar
Não se para o processo
Eu quero verdades
Quero vontades
Verdades nos dias
Permeados de vontades
E nada tem fim
Daqui a mil anos
E continua sem fim
Mil sonhos perdidos
Em mil segundos cantados
Num dia sem fim
E é o fim do fim.
domingo, abril 08, 2007
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