Vem chegando um novo ano.
O marco é apenas simbólico pois o dia 1° de janeiro não é diferente em nada do dia 31 de dezembro, mas podemos usar esse simbolismo a nosso favor. Podemos renovar as esperanças porque uma contagem reinicia-se.
E eu quero renovar algumas coisas. Renovarei minhas esperanças num futuro repleto de compreensão, aceitação e respeito às diversidades (étnicas, religiosas, sexuais...).
Não me falem em utopia. Eu acredito ser possível e não deixarei que ninguém me impeça de esperar que tais acontecimentos tornem-se reais.
Renovo também os meus votos de aceitação, paciência e caridade. Ah, a caridade! Talvez a maior e mais bela das virtudes.
Renovo as minhas promessas de doar-me por inteiro à pessoa que tanto me faz bem. Prometo-lhe novamente ser forte para suportar as dificuldades que aparecem no nosso caminho. Prometo amar você incondicionalmente. Prometo respeito. Entrego-te a minha fidelidade por mais um ano.
E independente de tudo e todos, prometo estar contigo enquanto nos fizermos bem, enquanto quisermos e lutarmos por isso, enquanto o seu rosto for a primeira imagem que me vem à mente pela manhã...
Bom, em 2007 prometo continuar priorizando o amor.
Seja qual for a sua forma de manifestação.
A todos, um feliz 2007!
sábado, dezembro 30, 2006
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Por que dizer de certas coisas tão diferentes quando tudo é tão igual?
Quantas vezes já ouviu-se dizer que seria ideal que pudéssemos mudar alguns aspectos do mundo, da vida, do cotidiano...
Tenho uma sede por mudança que foge ao normal. Mas tenho tanto medo de coisas que mudam. Eu gosto de estabilidade. Existirá por acaso uma mudança estável? Ou seria esse termo um paradoxo? Tenho saudades, sou nostálgica ao ponto de fazer mal, de torturar.
Um pouco precipitada. Muitas vezes agoniada. Incrível o meu poder de dar ênfase aos meus pontos fracos. Isso é comum também.
Eu adoro perguntar. Aprecio um pouco a ausência de nexo. Porque para satizfazer meu desabafo, não preciso de coerência. Sabe quando se gosta de algo e não se sabe ao certo sobre qual aspecto há a tal admiração? Ando desejando coisas opostas. Se é que isso é possível. É como desejar sentir frio e calor ao mesmo tempo. Não me apronfundarei nas outras contradições por achar desnecessário.
Não gosto de escrever algo mais direto e explícito sobre mim. Então me refugio na máxima subjetividade que posso encontrar. Tenho horror à sensação de parecer vulnerável. Digo parecer, porque não me reconheceria caso admitisse uma possível vulnerabilidade.
Algo me cobra força e tenho que responder a isso da melhor maneira possível. Mas penso que sou uma estranha para mim mesma. Não me reconheço por diversas vezes. E não sei o que "eu iria querer" frente à diversas situações. Aí preciso consultar-me. E é bem interessante quando eu não estou disposta a responder-me nada...
Quantas vezes já ouviu-se dizer que seria ideal que pudéssemos mudar alguns aspectos do mundo, da vida, do cotidiano...
Tenho uma sede por mudança que foge ao normal. Mas tenho tanto medo de coisas que mudam. Eu gosto de estabilidade. Existirá por acaso uma mudança estável? Ou seria esse termo um paradoxo? Tenho saudades, sou nostálgica ao ponto de fazer mal, de torturar.
Um pouco precipitada. Muitas vezes agoniada. Incrível o meu poder de dar ênfase aos meus pontos fracos. Isso é comum também.
Eu adoro perguntar. Aprecio um pouco a ausência de nexo. Porque para satizfazer meu desabafo, não preciso de coerência. Sabe quando se gosta de algo e não se sabe ao certo sobre qual aspecto há a tal admiração? Ando desejando coisas opostas. Se é que isso é possível. É como desejar sentir frio e calor ao mesmo tempo. Não me apronfundarei nas outras contradições por achar desnecessário.
Não gosto de escrever algo mais direto e explícito sobre mim. Então me refugio na máxima subjetividade que posso encontrar. Tenho horror à sensação de parecer vulnerável. Digo parecer, porque não me reconheceria caso admitisse uma possível vulnerabilidade.
Algo me cobra força e tenho que responder a isso da melhor maneira possível. Mas penso que sou uma estranha para mim mesma. Não me reconheço por diversas vezes. E não sei o que "eu iria querer" frente à diversas situações. Aí preciso consultar-me. E é bem interessante quando eu não estou disposta a responder-me nada...
quarta-feira, dezembro 06, 2006
Contra toda forma de repressão!
Bom, sou contra às que sou contra. Existem algumas as quais sou completamente a favor. Então, poderíamos fazer assim: Eu coordeno as repressões que devem existir ou não. Digo isso porque sou o exemplo vivo da coerência e sei o que é bom ou não para qualquer indivíduo pertecente à classe humana, ou animal, ou vegetal.
Eu não tenho culpa de saber o que é bom! E eu sei que sei.
Me considero apta a julgar e criticar quem eu quiser. Conhecimento não se traduz em livros. Não apenas. Há que se ter uma percepção aguçada, ou um espírito crítico a ponto de entender e concordar ou, quando não se entende, discordar com meia dúzia de palavras bonitas para fundamentar sua contradição. Não acho que a realidade tenha sua dedução a partir do conceito. Creio que a partir do conhecimento da realidade, formulem-se conceitos. Aliás, não gosto da parte conceitual. Creio que existem conceitos demais. Tudo é diminuto se colocado lado a lado à imensidão de conceitos que são criados para atribuir fama ou glória a quem quer que os defina e ache uma mera aplicação, ainda que inútil.
Mas se é para falar em conceitos, sejamos coerentes. Façamos bom uso dos que existem. Sem estender à possibilidade de novas criações. Chega dessa super lotação.
Simplicidade, coerência e boa argumentação: Receita para que se possa criticar o mundo!
Prazer imenso em contradizer e burlar a dialética.
Bom, sou contra às que sou contra. Existem algumas as quais sou completamente a favor. Então, poderíamos fazer assim: Eu coordeno as repressões que devem existir ou não. Digo isso porque sou o exemplo vivo da coerência e sei o que é bom ou não para qualquer indivíduo pertecente à classe humana, ou animal, ou vegetal.
Eu não tenho culpa de saber o que é bom! E eu sei que sei.
Me considero apta a julgar e criticar quem eu quiser. Conhecimento não se traduz em livros. Não apenas. Há que se ter uma percepção aguçada, ou um espírito crítico a ponto de entender e concordar ou, quando não se entende, discordar com meia dúzia de palavras bonitas para fundamentar sua contradição. Não acho que a realidade tenha sua dedução a partir do conceito. Creio que a partir do conhecimento da realidade, formulem-se conceitos. Aliás, não gosto da parte conceitual. Creio que existem conceitos demais. Tudo é diminuto se colocado lado a lado à imensidão de conceitos que são criados para atribuir fama ou glória a quem quer que os defina e ache uma mera aplicação, ainda que inútil.
Mas se é para falar em conceitos, sejamos coerentes. Façamos bom uso dos que existem. Sem estender à possibilidade de novas criações. Chega dessa super lotação.
Simplicidade, coerência e boa argumentação: Receita para que se possa criticar o mundo!
Prazer imenso em contradizer e burlar a dialética.
domingo, novembro 12, 2006
Cada vez mais o mundo reconhece a supremacia feminina. Falo isso sem embasamento algum, teórico ou prático. Mas sei que minha realidade representa a valorização da mulher. A minha valorização. E, em minha opinião, isso se dá devido a uma maior sensibilidade da mulher. Temos naturalmente uma percepção mais aguçada sobre a infinidade de sensações que foram pelos homens nomeadas. Talvez resida aqui o grande erro. Nomear sensações. Isso faz com que tenham mais valor do que o valor que de fato apresentam. E elas passam a ter mais importância porque têm nome. E a cada novo incômodo um novo nome, que entra para o enorme rol das sensações infinitamente importantes. E que não têm importância alguma.
Penso em mim como um ser confuso. Queria com todas as minhas forças que a imensidão de palavras que definem sentimentos resumissem-se a apenas duas: Alegria e tristeza. E seria tão mais fácil.. Ou você está alegre, ou está triste.
Não haveria estados intermediários. Eles são criações humanas. Não haveria a euforia, o alívio, a incerteza, a melancolia, a dúvida, a insatisfação, a angústia, a ansiedade, a revolta.. E haveria a alegria. E haveria a tristeza! Somente isso.
Porque é preciso simplicidade para ir adiante. É preciso que se dê um passo à frente quando os anteriores já se encontram solucionados. E pra que essa desordem mental? Pra que uma infinidade de definições que só nos confundem? Não queria sentir mais nada. Nada de intermediário. Não acho que algo que esteja no meio mereça confiança de minha parte.
Assumo a condição de idealizadora da simplicidade...
Penso em mim como um ser confuso. Queria com todas as minhas forças que a imensidão de palavras que definem sentimentos resumissem-se a apenas duas: Alegria e tristeza. E seria tão mais fácil.. Ou você está alegre, ou está triste.
Não haveria estados intermediários. Eles são criações humanas. Não haveria a euforia, o alívio, a incerteza, a melancolia, a dúvida, a insatisfação, a angústia, a ansiedade, a revolta.. E haveria a alegria. E haveria a tristeza! Somente isso.
Porque é preciso simplicidade para ir adiante. É preciso que se dê um passo à frente quando os anteriores já se encontram solucionados. E pra que essa desordem mental? Pra que uma infinidade de definições que só nos confundem? Não queria sentir mais nada. Nada de intermediário. Não acho que algo que esteja no meio mereça confiança de minha parte.
Assumo a condição de idealizadora da simplicidade...
domingo, novembro 05, 2006
"No fim do jogo, o rei e o peão voltam para a mesma caixa."
Pra que tentar ser superior ou demonstrar uma maior importância do que a que verdadeiramente se tem no teatro da vida? Digo teatro porque todos os seus atos são meras representações.
Querer ser mais ou maior é tolice. É desnecessário. Deves ser grande o suficiente para que você próprio se respeite. E conseguirá, ao fim, um pequeno aplauso por ter vivido buscando o auto-conhecimento e à procura de um aproveitamento máximo de suas virtudes.
Preocupe-se consigo mesmo. E não deixe que nada nem ninguém abalem seu auto-controle ou julgue suas convicções. Ainda que seja difícil, reafirme seus propósitos e acredite em sua plena execução.
Sem mais.
Pra que tentar ser superior ou demonstrar uma maior importância do que a que verdadeiramente se tem no teatro da vida? Digo teatro porque todos os seus atos são meras representações.
Querer ser mais ou maior é tolice. É desnecessário. Deves ser grande o suficiente para que você próprio se respeite. E conseguirá, ao fim, um pequeno aplauso por ter vivido buscando o auto-conhecimento e à procura de um aproveitamento máximo de suas virtudes.
Preocupe-se consigo mesmo. E não deixe que nada nem ninguém abalem seu auto-controle ou julgue suas convicções. Ainda que seja difícil, reafirme seus propósitos e acredite em sua plena execução.
Sem mais.
sexta-feira, outubro 27, 2006
Mais que na hora de explicitar, de gritar, de falar em alto e bom som que amo e sou amada! Amo profundamente. Creio ser profundamente amada! Um amor diferente, um amor sem limites. Algo jamais visto, nunca antes descrito.
Pressupõe-se que coragem não é condição necessária para amar. E no meu caso, tal condição não é estritamente necessária, mas é suficiente para que eu me permita amar.
Meu momento presente é feito de convicções fortes. Idéias que já se podem dizer intrínsecas a mim mesma.
*Adoro isso: Permita-se!
Eu me permito todos os dias vivenciar meu conto de fadas! E me questiono se algum dia alguém vai se impor o bastante para se permitir por mim.
Pergunto-me até quando minha coragem vai deixar que eu siga no caminho que escolhi. Indago sobre tudo. E não precisaria de tanto.
Vou viver o hoje. Porque depois eu não sei.
Meio aflitiva a sensação de um amanhã imprevisível.
Te amo, meu amor! Mais que tudo! Disse isso ontem. Digo hoje. E quero dizer amanhã. E depois de amanhã. E num futuro distante. E depois e depois e depois...
Te amar me faz bem. Ter você é uma sensação inigualável. Nunca antes experimentada.
Amo amar você.
Pressupõe-se que coragem não é condição necessária para amar. E no meu caso, tal condição não é estritamente necessária, mas é suficiente para que eu me permita amar.
Meu momento presente é feito de convicções fortes. Idéias que já se podem dizer intrínsecas a mim mesma.
*Adoro isso: Permita-se!
Eu me permito todos os dias vivenciar meu conto de fadas! E me questiono se algum dia alguém vai se impor o bastante para se permitir por mim.
Pergunto-me até quando minha coragem vai deixar que eu siga no caminho que escolhi. Indago sobre tudo. E não precisaria de tanto.
Vou viver o hoje. Porque depois eu não sei.
Meio aflitiva a sensação de um amanhã imprevisível.
Te amo, meu amor! Mais que tudo! Disse isso ontem. Digo hoje. E quero dizer amanhã. E depois de amanhã. E num futuro distante. E depois e depois e depois...
Te amar me faz bem. Ter você é uma sensação inigualável. Nunca antes experimentada.
Amo amar você.
segunda-feira, outubro 23, 2006
É tudo estranho e eu não sei dizer. Posso fazer tudo o que quero, mas devo pensar no que convém. Tenho vários medos na vida. Um deles é me arrepender de algo que por acaso eu não fiz, deveria ter feito, e depois, tal acontecimento venha a me torturar. Ódio profundo eu tenho disso.
Muito injusta a relatividade do tempo. Incrível como na maioria das vezes ela só serve para me causar transtornos. Tenho muitas coisas a fazer, mas não quero. Sinto que preciso descansar, mas essa idéia também não me agrada. Ultimamente, muito me alegra pensar em deitar e conseguir dormir por uma semana. Daí acordar com metade das coisas que julgo problemas, resolvidas!
Muitas coisas não andam cooperando para o meu bem-estar. E não estou nem aí para o fato de eu não ser direta e explícita. Os meus conflitos pertencem só a mim. Não cabe a ninguém julgá-los ou querer entendê-los. Se eu me encaixo na normalidade gritante e detestável, entenda a mim por você mesmo.
E já perdi a paciência.
Aliás, quando eu tive paciência?
Quando eu soube exercer minha caridade, virtude que mais aprecio no mundo?
Aprecio e acho louvável... Nos outros! É meio impossível que eu me torne alguém caridosa, sensata, ponderada, forte, líder de mim mesma e das minhas sensações.
Não me cobrem isso então, por favor...
Muito injusta a relatividade do tempo. Incrível como na maioria das vezes ela só serve para me causar transtornos. Tenho muitas coisas a fazer, mas não quero. Sinto que preciso descansar, mas essa idéia também não me agrada. Ultimamente, muito me alegra pensar em deitar e conseguir dormir por uma semana. Daí acordar com metade das coisas que julgo problemas, resolvidas!
Muitas coisas não andam cooperando para o meu bem-estar. E não estou nem aí para o fato de eu não ser direta e explícita. Os meus conflitos pertencem só a mim. Não cabe a ninguém julgá-los ou querer entendê-los. Se eu me encaixo na normalidade gritante e detestável, entenda a mim por você mesmo.
E já perdi a paciência.
Aliás, quando eu tive paciência?
Quando eu soube exercer minha caridade, virtude que mais aprecio no mundo?
Aprecio e acho louvável... Nos outros! É meio impossível que eu me torne alguém caridosa, sensata, ponderada, forte, líder de mim mesma e das minhas sensações.
Não me cobrem isso então, por favor...
quarta-feira, outubro 18, 2006
Coisas estranhas para pessoas estranhas. Estranhas a mim, ao meu eu!
Ninguém sabe o que se passa aqui dentro. Clichê, mas as vezes nem eu mesma sei.
Complicada a minha incessante busca pela verdade. É que é tão abstrato esse conceito.
Aliás, depende... Para mim, a melhor definição de "verdade" dita até hoje foi a de Aristóteles: Dizer o que é do que é, é verdade. Dizer o que não é do que não é, é verdade!
Fantasticamente simples, o problema é definir o que é e o que não é.
Tenho comigo certezas fortes e assumo: Preferia não tê-las certas vezes. Tudo é tão difícil.. Tão complicado de se entender, de se viver. E penso que se fosse fácil não teria graça. Incrivelmente, quando a minha vida teve seu momento mais "fácil", eu estava a mais deprimida de todas. Clichê também. Tudo é clichê, Tudo são idéias prontas porque pensar causa incômodo. Trangredir é certeza de condenação. Então fico nas meras frases feitas, nos meros devaneios compartilhados por milhões de mortais que se julgam os mais complexos e mais carentes de explicações acerca de fatos corriqueiros que nos travam a memória.
Falta de preocupação me faz falta...
E excesso de preocupação e tensão me estressam e não me deixam fazer as coisas como deveriam ser feitas. O que escolher então? O que é que é? O que é que não é?
Abstração em um mundo de informações.
Ninguém sabe o que se passa aqui dentro. Clichê, mas as vezes nem eu mesma sei.
Complicada a minha incessante busca pela verdade. É que é tão abstrato esse conceito.
Aliás, depende... Para mim, a melhor definição de "verdade" dita até hoje foi a de Aristóteles: Dizer o que é do que é, é verdade. Dizer o que não é do que não é, é verdade!
Fantasticamente simples, o problema é definir o que é e o que não é.
Tenho comigo certezas fortes e assumo: Preferia não tê-las certas vezes. Tudo é tão difícil.. Tão complicado de se entender, de se viver. E penso que se fosse fácil não teria graça. Incrivelmente, quando a minha vida teve seu momento mais "fácil", eu estava a mais deprimida de todas. Clichê também. Tudo é clichê, Tudo são idéias prontas porque pensar causa incômodo. Trangredir é certeza de condenação. Então fico nas meras frases feitas, nos meros devaneios compartilhados por milhões de mortais que se julgam os mais complexos e mais carentes de explicações acerca de fatos corriqueiros que nos travam a memória.
Falta de preocupação me faz falta...
E excesso de preocupação e tensão me estressam e não me deixam fazer as coisas como deveriam ser feitas. O que escolher então? O que é que é? O que é que não é?
Abstração em um mundo de informações.
sexta-feira, outubro 13, 2006
Não, não sei porque estou escrevendo..
Não sei porque insisto. E me perdoem os erros, me perdoem a falta de coerência, me perdoem as fraquezas, me perdoem a intolerância, me perdoem o preconceito, me perdoem as palavras ásperas. Não me esqueço de que sou um mundo! E até que ponto meu mundo é real?
"Não me pegue no braço, não gosto que me peguem no braço.."
"Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã... Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã, E assim será possível; mas hoje não... Não, hoje nada; hoje não..."
E viva Fernando Pessoa! Sinto uma aflição latente na alma dele, é o que me transmitem seus versos: Aflição contida.
Porque preciso de pessoas que traduzam o que sinto. Preciso de palavras de outros. As minhas são confusas. Admito.
Querendo ser diferente, sou absorvida pela cruel normalidade que afeta a todos. Vontade de gritar, vontade de correr.. De sumir, talvez.
Um aperto assim, sem sentido, um incômodo no coração, uma leve agonia.. E eu não sei dizer. Não sei nem querer o que quer que seja.
Não sei porque insisto. E me perdoem os erros, me perdoem a falta de coerência, me perdoem as fraquezas, me perdoem a intolerância, me perdoem o preconceito, me perdoem as palavras ásperas. Não me esqueço de que sou um mundo! E até que ponto meu mundo é real?
"Não me pegue no braço, não gosto que me peguem no braço.."
"Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã... Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã, E assim será possível; mas hoje não... Não, hoje nada; hoje não..."
E viva Fernando Pessoa! Sinto uma aflição latente na alma dele, é o que me transmitem seus versos: Aflição contida.
Porque preciso de pessoas que traduzam o que sinto. Preciso de palavras de outros. As minhas são confusas. Admito.
Querendo ser diferente, sou absorvida pela cruel normalidade que afeta a todos. Vontade de gritar, vontade de correr.. De sumir, talvez.
Um aperto assim, sem sentido, um incômodo no coração, uma leve agonia.. E eu não sei dizer. Não sei nem querer o que quer que seja.
sábado, outubro 07, 2006
Segunda vez que faço um blog..
Não que isso importe, mas eu quis falar.
Muita coisa que se diz não importa realmente.
Não importa mas é alvo da minha atenção e preocupação.
É alvo, não digno.
Quem dera eu me ater somente a comentários e críticas pertinentes.
Mas somos tomados por influências, por sentimentos cultivados há anos e que de alguma maneira tem poder sobre os comportamentos.
Amo minha liberdade. Amo o uso que faço dela e não permito a ninguém que critique minhas opções. Não permito! Significa algo essa minha "não permissão"? Acho que não. Continuam a me censurar.
Mas não estou ligando nem um pouco. A vida é minha, faço dela o que julgo correto.
Não é verdade. Caso esse fosse um assunto que não me importunasse, não mereceria minhas breves linhas aqui.
E o que realmente importa é que vivamos e sejamos capazes de amar, nas adversidades e a todos principalmente.
Não que isso importe, mas eu quis falar.
Muita coisa que se diz não importa realmente.
Não importa mas é alvo da minha atenção e preocupação.
É alvo, não digno.
Quem dera eu me ater somente a comentários e críticas pertinentes.
Mas somos tomados por influências, por sentimentos cultivados há anos e que de alguma maneira tem poder sobre os comportamentos.
Amo minha liberdade. Amo o uso que faço dela e não permito a ninguém que critique minhas opções. Não permito! Significa algo essa minha "não permissão"? Acho que não. Continuam a me censurar.
Mas não estou ligando nem um pouco. A vida é minha, faço dela o que julgo correto.
Não é verdade. Caso esse fosse um assunto que não me importunasse, não mereceria minhas breves linhas aqui.
E o que realmente importa é que vivamos e sejamos capazes de amar, nas adversidades e a todos principalmente.
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