Por que dizer de certas coisas tão diferentes quando tudo é tão igual?
Quantas vezes já ouviu-se dizer que seria ideal que pudéssemos mudar alguns aspectos do mundo, da vida, do cotidiano...
Tenho uma sede por mudança que foge ao normal. Mas tenho tanto medo de coisas que mudam. Eu gosto de estabilidade. Existirá por acaso uma mudança estável? Ou seria esse termo um paradoxo? Tenho saudades, sou nostálgica ao ponto de fazer mal, de torturar.
Um pouco precipitada. Muitas vezes agoniada. Incrível o meu poder de dar ênfase aos meus pontos fracos. Isso é comum também.
Eu adoro perguntar. Aprecio um pouco a ausência de nexo. Porque para satizfazer meu desabafo, não preciso de coerência. Sabe quando se gosta de algo e não se sabe ao certo sobre qual aspecto há a tal admiração? Ando desejando coisas opostas. Se é que isso é possível. É como desejar sentir frio e calor ao mesmo tempo. Não me apronfundarei nas outras contradições por achar desnecessário.
Não gosto de escrever algo mais direto e explícito sobre mim. Então me refugio na máxima subjetividade que posso encontrar. Tenho horror à sensação de parecer vulnerável. Digo parecer, porque não me reconheceria caso admitisse uma possível vulnerabilidade.
Algo me cobra força e tenho que responder a isso da melhor maneira possível. Mas penso que sou uma estranha para mim mesma. Não me reconheço por diversas vezes. E não sei o que "eu iria querer" frente à diversas situações. Aí preciso consultar-me. E é bem interessante quando eu não estou disposta a responder-me nada...
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