domingo, abril 08, 2007

Dias seqüentes
Infindáveis dias
Saudade que dói
De um passado ausente
Dos dias sem fim
E tudo sem fim
O novo é sem fim
Um dia
E o passado revive
Um futuro imóvel
Num presente sem fim
Dá-me um cigarro
E o dia sem fim
Numa latência contínua
Que não pára
E não quer parar
Não se para o processo
Eu quero verdades
Quero vontades
Verdades nos dias
Permeados de vontades
E nada tem fim
Daqui a mil anos
E continua sem fim
Mil sonhos perdidos
Em mil segundos cantados
Num dia sem fim
E é o fim do fim.

Um comentário:

Isabella disse...

Lindo o blog, lindas as poesias!
Que coisas mais lindas vc escreveu em "Amo você!"!!
Você tem uma sensibilidade incrível e, como vc disse, até daria certo nas letras, eu acho!
Nem olhe pra nota de amostragem, então, se não aí que vc enverga pra esse lado.
Mas a estatística tem seus milhares de lados bons tmb :) né?
Que bom que você está tão feliz! Eu e todos ao seu redor ficamos também!
Mil beijos, Larisex!! Adoro vc!