Não, não sei porque estou escrevendo..
Não sei porque insisto. E me perdoem os erros, me perdoem a falta de coerência, me perdoem as fraquezas, me perdoem a intolerância, me perdoem o preconceito, me perdoem as palavras ásperas. Não me esqueço de que sou um mundo! E até que ponto meu mundo é real?
"Não me pegue no braço, não gosto que me peguem no braço.."
"Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã... Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã, E assim será possível; mas hoje não... Não, hoje nada; hoje não..."
E viva Fernando Pessoa! Sinto uma aflição latente na alma dele, é o que me transmitem seus versos: Aflição contida.
Porque preciso de pessoas que traduzam o que sinto. Preciso de palavras de outros. As minhas são confusas. Admito.
Querendo ser diferente, sou absorvida pela cruel normalidade que afeta a todos. Vontade de gritar, vontade de correr.. De sumir, talvez.
Um aperto assim, sem sentido, um incômodo no coração, uma leve agonia.. E eu não sei dizer. Não sei nem querer o que quer que seja.
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Um comentário:
Oh pá...toda a gente quer ser diferente...pelo menos alguma x na vida...temos é k ir tentando...
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