quarta-feira, outubro 18, 2006

Coisas estranhas para pessoas estranhas. Estranhas a mim, ao meu eu!
Ninguém sabe o que se passa aqui dentro. Clichê, mas as vezes nem eu mesma sei.
Complicada a minha incessante busca pela verdade. É que é tão abstrato esse conceito.
Aliás, depende... Para mim, a melhor definição de "verdade" dita até hoje foi a de Aristóteles: Dizer o que é do que é, é verdade. Dizer o que não é do que não é, é verdade!
Fantasticamente simples, o problema é definir o que é e o que não é.

Tenho comigo certezas fortes e assumo: Preferia não tê-las certas vezes. Tudo é tão difícil.. Tão complicado de se entender, de se viver. E penso que se fosse fácil não teria graça. Incrivelmente, quando a minha vida teve seu momento mais "fácil", eu estava a mais deprimida de todas. Clichê também. Tudo é clichê, Tudo são idéias prontas porque pensar causa incômodo. Trangredir é certeza de condenação. Então fico nas meras frases feitas, nos meros devaneios compartilhados por milhões de mortais que se julgam os mais complexos e mais carentes de explicações acerca de fatos corriqueiros que nos travam a memória.

Falta de preocupação me faz falta...

E excesso de preocupação e tensão me estressam e não me deixam fazer as coisas como deveriam ser feitas. O que escolher então? O que é que é? O que é que não é?

Abstração em um mundo de informações.

Um comentário:

Anônimo disse...

clarice linspector ia ficar orgulhosa ao ler isso!